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CENTRAIS SINDICAIS PROMETEM MANIFESTAÇÕES
Data da NF: 24/11/2017

 Fonte: Valor Econômico. Representantes das seis centrais sindicais devem se reunir hoje em São Paulo para articular manifestações e uma eventual paralisação nacional contra a nova proposta de reforma da Previdência negociada pelo presidente Michel Temer.

A Força Sindical criticou ontem o texto apresentado pelo governo Temer e afirmou que a proposta é um "black friday" sobre os direitos dos brasileiros.

"A nova proposta de reforma da Previdência Social é apenas uma maquiagem, uma tentativa de esconder as reduções de direitos e de dificultar a adesão à aposentadoria", afirmou a Força, em nota divulgada à imprensa. "O novo texto tem apenas mudanças cosméticas, revelando uma maneira de dificultar o acesso às aposentadorias e prejudicar quem está no mercado de trabalho".

A Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) também criticou a proposta e disse que as centrais "vão fazer um trabalho agressivo para desqualificar a reforma da Previdência e mostrar os mecanismos do governo para destruir a previdência pública, as contas públicas, como forma de justificar a urgência da reforma".

Maior central sindical do Brasil, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) classificou a nova proposta de reforma como "perversa" e disse que a medida acaba "com o sistema público de aposentadorias para jogar essa enorme poupança da sociedade no colo do sistema financeiro".

A CUT ameaçou "parar o Brasil" se o Congresso aprovar a proposta. Em texto publicado na internet, o presidente da central, Vagner Freitas, atacou o argumento usado por Temer para defender a reforma da Previdência, de que seria uma medida para cortar privilégios.

"O presidente esquece de dizer que aposentou-se aos 55 anos e recebe mais de R$ 30 mil por mês de aposentadoria do Ministério Público de São Paulo", afirmou o dirigente sindical. "A crueldade só atinge os mais pobres, sempre", afirmou o dirigente sindical. "Se mexer na Previdência, o Brasil vai parar", disse Freitas.

A reforma da Previdência foi o principal estímulo para duas greves gerais organizadas este ano por centrais sindicais, em abril e junho. Os movimentos também pressionavam contra a reforma trabalhista, que foi aprovada pelo Congresso.



Referência: Notícias Fiscais nº 3695
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